Segunda-feira, Julho 21, 2008


» Batman - O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight)

Gênero: Aventura
Diretor(es): Christopher Nolan.
Roteiristas: onathan Nolan e Christopher Nolan, baseado em estória de Christopher Nolan e David S. Goyer e nos personagens criados por Bob Kane.
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco: Christian Bale, Heath Ledger, Aaron Eckhart, Michael Caine, Maggie Gyllenhaal, Gary Oldman, Morgan Freeman, Monique Curnen, Ron Dean, Cillian Murphy, Chin Han, Nestor Carbonell, Eric Roberts, Ritchie Coster, Anthony Michael Hall.
Duração: 142 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Nem sempre os filmes que tem continuação, após um grande sucesso, conseguem atingir o mesmo sucesso que o primeiro. São bons, mas não tão bons quanto o êxtase que os pioneiros conseguem e isso é fato. Acredito que Batman – O Cavaleiro das Trevas veio pra entrar na lista dos poucos que tiveram uma continuação até mais importante e mais empolgante do que o primeiro filme. Isso aconteceu, talvez, devido ao grande marketing que o filme teve ou então pelo inesperado falecimento do ator Heath Ledger (Não Estou Lá). O fato é que Batman está batendo as bilheterias e a questão fica no ar: merece tudo isso, ou talvez seja demais?

Acredito que a resposta é: não. Batman merece tudo que está ao seu redor nesses dias de estréia e vou dizer o que seja a justificativa pra isso: há uma mistura fantástica de um roteiro que surpreende a cada minuto e que, portanto, envolve o espectador com as ações do filme, há também atuações magníficas que nos permite a consistência de uma ficção que pode beirar a realidade e também montagens e fotografias que nos fazem enxergar mais ainda aquilo que sabemos que não acontece na vida real, mas que no filme é possível e que lá também é a vida real.

A história parece ser a mesma do vilão que quer destruir a cidade e do herói que sempre a salva. Mas ela se mostra bem mais engenhosa do que fato parecia ser. Uma frase do Coringa, interpretado de forma extremamente brilhante por Ledger, me chamou bastante atenção quando proferida: “Eu sou um agente do caos”. E o todo o filme mostra o quão possível esse personagem é e o quanto ele sabe brincar com esse caos instalado. Por isso que a história não é tão clichê e consegue deixar-nos impressionados. Quando se pensa que acabou surgem mais fatos que enveredam o espectador por um novo caminho e ao mesmo tempo o deixa feliz por aquele filme não ter acabado ainda.

Pra mim todos tiveram participações que fizeram valer o propósito do filme. Christian Bale (Não Estou Lá) está bem no papel, talvez nada extraordinário mas cumpre bem o que lhe é determinado no papel do homem-morcego. Ledger nem precisa falar, acredito que esse seja um dos nomes muito prováveis ao Oscar 2009 de Melhor Ator Coadjuvante e não é porque morreu, mas sim porque fez por merecer, sua dedicação talvez até tenha levado a sua morte, mesmo que acidental. Michael Caine (Um Jogo de Vida ou Morte), Morgan Freeman (A Volta do Todo Poderoso) e Gary Oldman (Harry Potter e a Ordem da Fênix) deram um apimentada a mais a trama, porém cada um ao seu jeito. Caine sempre alfinetando de forma benéfica Brune Wayne, Freeman com sua calma e paciência agindo junto com o Batman e Oldman sempre ativo quando o assunto é prender os cirminosos.

Talvez bem mais do que prometer somente ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, Batman – O Cavaleiro das Trevas deve valer mais a algumas possíveis estatuetas. Quem sabe a de Melhor Diretor, Maquiagem e/ou Montagem. Não sou o cara mais indicado pra dizer o que pode ou não ser indicação, mas achei competente com relação a esse quesito e não ficaria surpreso se estivessem inclusos. Gostei muito desse, atingiu completamente às minhas expectativas, sem qualquer decepção e nem medo de errar, cinco estrelas.

Nota: Hoje o nosso colega blogueiro Wally do Cine Vita está completando mais um ano de filmes assistidos (risos). Meus parabéns pelo aniversário, tudo de bom!

Postado por Robson Filho às 5:49 PM
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Sexta-feira, Julho 18, 2008


» Wall-E (Wall-E)

Gênero: Animação
Diretor(es): Andrew Stanton .
Roteiristas: Andrew Stanton, Jim Capobianco, Jim Reardon.
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco: Ben Burtt, Elissa Knight, Jeff Garlin, Fred Willard, John Ratzenberger, Kathy Najimy, Sigourney Weaver.
Duração: 97 minutos.
Trailer: Clique Aqui!



O estardalhaço foi grande por esse filme. Primeiro nas prévias e trailers do filme, cada vez mais ia deixando um gostinho de quero mais e ansiedade entre os cinéfilos aumentando. A verdade é que sempre que isso acontece nem sempre o filme supera as expectativas dos que vão ver e às vezes a decepção é bem grande. No entanto com Wall-E tudo isso aconteceu e o que deveria ser natural não foi. O sucesso tomou conta deste filme, o comentário foi geral a respeito do sucesso que o filme causou a todos. Depois de tudo isso fui bem esperançoso e assim como todos não me decepcionei. Ainda resolvi assisti duas vezes tamanho foi o meu agrado pelo filme.

Wall-E é um robozinho que só tem como amigo uma baratinha, ele tem como missão limpar todo o lixo da terra acumulado pela irresponsabilidade humana, enquanto os humanos estão no espaço “aguardando” a limpeza do Planeta Terra. Nesse meio tempo, já próximo a 2700 chega uma nova robô que vai procurar alguma forma de vida vegetal na Terra, e Wall-E se apaixona por ela. Daí segue toda uma história que sabe emocionar e envolver o espectador de uma forma inteligente e firme.

[SPOILERS]Alguns momentos me fizeram lembrar outros filmes e animações, seja naquele em que ele abre e aparece objetos do cotidiano dos humanos, lembrando Ariel de A Pequena Sereia. Outro momento é quando Eva pega Wall-E nas mãos e o leva pra dentro da nave que me lembrou a clássica cena de Superman. A terceira e última é a cena em que todos começam a cair quando a nave fica inclinada, parecendo a cena do Titanic em que todos começam a cair com o afundamento do navio. Pode ser que nada tenha ver e sejam apenas coincidências, mas que vi, eu vi.[/SPOILERS] Talvez não haja muito que falar a respeito desse filme, a Pixar, pra mim, vem se mostrando cada vez melhor no quesito animação e também, é claro, no quesito roteiro. Porque não basta somente fazer a animação, mas o roteiro é a base de qualquer longa e o que dá muita consistência ao filme.

Andrew Stanton já havia mostrado um bom desempenho quando dirigiu o filme Vida de Inseto que é um filme que não só quer divertir mas também mostrar outros valores e com Wall-E percebe-se sua grande desenvoltura e envolvimento com filmes do gênero. O fato é que adorei o filme do princípio ao fim e sem tirar nem pôr. O roteiro é sensacional, a trilha sonora é excelente e tudo o mais faz com que o filme fique marcado. Talvez vá demorar um pouco até vir outra animação que possa ser tão grande quanto essa. Com certeza, um dos melhores filmes do ano.

Postado por Robson Filho às 6:50 PM
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Quarta-feira, Julho 16, 2008


.:: Os Deuses Devem Estar Loucos 2 ::.


Esse é um dos poucos filmes que me fizeram rir e muito na minha infância. Não só eu, mas também todos os meus familiares e amigos. Os Deuses Devem Estar Loucos 2 é um filme que foi lançado em 1989 e tem como história dois filhos de um nativo africando que caem dentro de um carro pipa e esse segue atrás dele, no meio do caminho encontra uma advogada de Nova York e um zoólogo que se perdem em plena África após o avião em que viajavam caiu. Na cena abaixo, é, pra mim, a que mostra o quão bom e engraçado é o filme. Digo isso porque comédia nunca foi o meu forte mas a simplicidade desse filme sempre me agradou muito.

Nota: Peço desculpas por não atualizar com freqüência e também por não visitar os blogs dos colegas, é que estou no começo de um trabalho e ainda estou me adaptando aos horários, assim que der retornarei aos blogs. Abraço!

Postado por Robson Filho às 5:45 PM
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Sexta-feira, Julho 11, 2008


» Desejo e Reparação (Atonement)

Gênero: Drama
Diretor(es): Joe Wright.
Roteiristas: Christopher Hampton, baseado em livro de Ian McEwan.
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco: Keira Knightley, James McAvoy, Romola Garai, Saoirse Ronan, Brenda Blethyn, Vanessa Redgrave, Juno Temple, Alfie Owen-Allen, Nonso Anozie, Andrew Appleyard, Jamie Beamish, Robert Alan Bishop, Benedict Cumberbatch, Michelle Duncan, Vivienne Gibbs.
Duração: 130 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Esse filme já vinha me atiçando à curiosidade há certo tempo. Li textos e mais textos que o consagravam como um dos melhores filmes do ano, como um filme marcante. E quem não fica curioso em ver um filme tão aclamado como esses? Bem, comigo essa curiosidade acabou me vencendo e comprei o DVD para ver o filme e garanto: não me decepcionei, mesmo indo com sede ao pote. Isso mostra que nem sempre você está empolgado com um filme, quer dizer que vá se decepcionar no fim das contas.

Briony Talles (Saoirse Ronan – Nunca é Tarde para Amar), aos 13 anos de idade, tem uma imaginação bastante fértil e acaba utilizando-se dessa imaginação para acusar o empregado da família de ter estuprado sua prima, mudando completamente a vida de Robbie (James McAvoy – Penélope), o empregado, completamente e também de sua irmã Cecília (Keira Knightley - Piratas do Caribe - No Fim do Mundo) que era apaixonada por ele.


Esse filme me deixou bastante entusiasmado. Faziam já certo tempo que já não assistia a um drama tão bom quanto esse, a um filme que me tocasse e me envolvesse. O roteiro é muito bom e segue uma linhagem que foge à regra mas que ao mesmo tempo não deixa o espectador na mão, deixa-o a par de tudo. Pra que isso acontecesse bem, a montagem mostrou-se fundamental nesse contexto já que pra interpretação da história, seria necessária uma boa montagem e isso não faltou.


As atuações também não foram menos aproveitadas. Elas são diversas e muito boas. Com destaque especial a Saoirse Ronan que interpreta de forma séria e adulta uma menina de imaginação fértil de 13 anos de idade, pode parecer simples, mas o ar da personagem queria mais do que uma simples atuação e Saoirse conseguiu fazê-la. As locações são práticas e bonitas, principalmente na primeira parte do filme, já que há várias imagens e lugares numa só: a mansão dos Talles. Cenas no lago, na piscina, nos jardins, na fonte pertencem a um mesmo lugar e ao mesmo tempo a lugares diferentes.


Com uma fotografia extremamente bonita até nos momentos obscuros Desejo e Reparação conseguiu entrar pra minha lista dos preferidos com bastante calmaria e sem fazer tanto estardalhaço. A Trilha Sonora é super agradável e mereceu tal indicação e premiação do Oscar desse ano. Não é à toa que este filme concorreu a melhor filme também. Joe Wright (Orgulho e Preconceito) está começando a me agradar.

Postado por Robson Filho às 3:43 PM
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Quarta-feira, Julho 09, 2008


» Jogos do Poder (Charlie Wilson's War )
e ½
Gênero: Drama
Diretor(es): Mike Nichols.
Roteiristas: Aaron Sorkin, baseado em livro de George Crile .
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco: Tom Hanks, Amy Adams, Julia Roberts, Philip Seymour Hoffman, Terry Bozeman, Brian Markinson, Jud Tylor, Hilary Salvatore, Cyia Batten, Kirby Mitchell, Ed Regine, Daniel Eric Gold, Emily Blunt, Peter Gerety, Wynn Everett.
Duração: 97 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Filmes que envolvem os interesses políticos e todos os jogos que existem nesse mundo manipulador sempre me interessaram. E foi justamente isso que mais me chamou atenção no filme de Mike Nichols (Closer: Perto Demais) seguido também de três grandes atores pra mim: Tom Hanks (O Código da Vinci), Julia Roberts (A Menina e o Porquinho) e Philip Seymour Hoffman (Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto). Ainda mais quando os objetos políticos são os alvos dos americanos como os pobres coitados mulçumanos, inimigos de Israel.

Em Jogos do Poder, Charles Wilson (Tom Hanks) é um congressista que nunca fez nada de relevante para os EUA, alguns diziam que seu maior feito era em seis eleições conseguir reeleger-se cinco. No entanto, na década de 80, esse político resolveu intervir na questão do Afeganistão no Oriente Médio já que este país tinha sido invadido pela União Soviética e muitos afegãos queriam livrar-se deles. Começa então uma grande corrida de Wilson no senado para conseguir aumentar verbas que pudessem ser destinadas a comprar armas para os nativos. Juntamente com Wilson estão Joanne Herring (Julia Roberts), uma das mulheres mais ricas do estado que o elege e do agente da CIA Gust Avrakotos (Philip Seymour Hoffman).


Eu confesso que esperava um pouco mais desse filme e de Hanks e Roberts. Se eu disser que eles tiveram péssimas atuações estaria mentindo. Eles cumpriram com que o roteiro deveria mandar e foram até convincentes em seus objetivos, no entanto não deram uma conotação maior e não marcaram sua carreira com tais personagens, acho que faltou talvez um pouco mais de vida. Em contrapartida, Philip S. Hoffman encarna o personagem de um agente da CIA estressado de maneira tal, que convence a quem assiste de forma bastante inteligente, o que valeu sua indicação e pena que não foi premiado.


A história é até interessante, mas falta um tempero a mais, algo que prenda mais o espectador ao filme, que faça ele sair afirmando que o fim é consistente. Você pode dizer: “Ah, mais é uma biografia, não deva agradar a todos”, mas vai dizer que toda biografia num tem um toque cinematográfico que faz a diferença? E isso não aconteceu nesse filme. a fotografia é muita boa e não deixa a desejar assim como a Trilha Sonora e a Montagem. Por isso e pelo elenco, vão quatro estrelas e meia.

Postado por Robson Filho às 3:17 PM
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Segunda-feira, Julho 07, 2008


» Ratatouille (Ratatouille)

Gênero: Animação
Diretor(es): Brad Bird.
Roteiristas: Brad Bird, baseado em estória de Brad Bird, Jim Capobianco e Jan Pinkawa .
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco: Patton Oswalt, Ian Holm, Lou Romano, Brian Dennehy, Peter Sohn, Peter O'Toole, Brad Garrett, Janeane Garofalo, Will Arnett, Julius Callahan, James Remar, John Ratzenberger, Teddy Newton, Tony Fucile, Jake Steinfeld.
Duração: 110 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Eu sempre gostei de animação, sempre mesmo. Tudo que era longa de animação que tinha no cinema ou em DVD eu assistia e assisto. Já fazia algum tempo que Ratatouille me chamava atenção, primeiro porque muitos elogiaram o filme e segundo porque eu tinha uma simpatia por aquele ratinho dos trailers. No entanto, o meu maior objetivo numa animação era me divertir, se me fizesse rir, já era o bastante para classificá-lo como ótimo ou excelente. Porém, com esse filme a experiência foi outra e descobri que a animação pode ser usada sem tantas pitadas de comédia e cenas hilárias e pode, na verdade, contar uma história de forma mais tocante do que o convencional.


Remy é um ratinho que foge à regra de sua espécie. Ele não gosta de ser sujo e tem um olfato mais aguçado do que todos os seus companheiros. Certo dia descobre que em cima do esgoto freqüentou a contragosto está o famoso restaurante de m famoso chefe de cozinha já falecido. Daí em diante ele descobre seus dotes culinários e realiza uma parceria com Linguini, um faxineiro atrapalhado que acaba se passando por chefe com Remy no comando, às escondidas, é claro.


Não foi à toa que esse longa foi indicado ao Oscar de Melhor animação e que de quebra tenha levado a estatueta. Tá Dando Onda não é dos melhores e quanto a Persépolis nada posso dizer até vê-lo. É um roteiro que não deixa a desejar e que permite uma originalidade que o torna ímpar, isso faz com que a história torne-se mais interessante. Trilha Sonora e Som são outros fatores que dão vida ao desenho. Em relação a cada personagem percebe-se a miscigenação de características não só dos seres humanos como também dos ratos existentes no filme. Isso faz com que haja uma universalização da história e do filme.


Em alguns momentos o chefe de cozinha Skinner me lembrava e muito o marido da dona da granja em Fuga das Galinhas, isso por causa da insistência dele de que havia um rato que comandava ou era aliado de Linguini, sua insistência era tamanha que o fazia cometer loucuras. Mas o que vi em Ratatouille foi um filme que veio sem tanta pomposidade, mas que acabou por conquistar quem o assiste. Tentie encontrar defeitos mas não os vi.

Postado por Robson Filho às 4:42 PM
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Sábado, Julho 05, 2008


» Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark)

Gênero: Aventura
Diretor(es): Steven Spielberg.
Roteiristas: George Lucas, Philip Kaufman, Lawrence Kasdan.
Ano de Lançamento: 1981.
Elenco: Harrison Ford, Karen Allen, Paul Freeman, Ronald Lacey, John Rhys-Davies, Denholm Elliott, Alfred Molina, Wolf Kahler, Anthony Higgins, Vic Tablian, Don Fellows, William Hootkins, Bill Reimbold, Fred Sorenson, Patrick Durkin.
Duração: 115 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Quando adquiri os três filmes de Indiana Jones achei que estava pegando-os para assisti-los novamente. No entanto, ao começar o filme vi que tudo aquilo era muito novo pra mim e que eu já não lembrava de mais nada do mais famoso caçador arqueológico do cinema. Para vocês terem uma idéia, eu nem sequer me lembrava que o protagonista era um professor, tamanha foi a distância de tempo em que os vi pela primeira vez.

Neste primeiro filme de um personagem que se consagraria no cinema estrelado por Harrison Ford (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal) e sobre a direção do Steven Spielberg (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal), Indiana Jones vai atravessar desertos e lutar contra nazistas em busca da arca perdida que se encontra, possivelmente, no Cairo, Egito.

Se você assiste a um filme de Indiana procurando ação e aventura este é o filme certo. E o bom que é que como são três, aventura e ação são o que não vai faltar por umas boas horas, pelo menos se presume. No primeiro filme, há um Harrison Ford que já não é tão novo, mas que sabe interpretar de forma bem singular o personagem que requer muita habilidade e forma física para reagir às diversas situações em que acaba se metendo, tudo em nome da arqueologia.

Mas os pontos altos do filme são mesmo a direção, que não deixa falhar em diversos aspectos que competem a uma direção. Os efeitos visuais do filme, dando um desconto pra época em que foi feito, não deixam a desejar. Montagem, som e trilha sonora também fazem fundamentar a tese de que Indiana veio pra ficar. O filme concorreu a oito Oscar’s no ano de 1982 e chegou a vencer quatro: Melhor Direção de Arte, Melhor Efeito Especial, Melhor Montagem e Melhor Som.

Vale salientar a importância não só do Som como também da Trilha Sonora do filme, haja vista que o filme de ação e menos diálogo requer uma boa trilha e um som de qualidade e isso não falta no filme. Vale a pena vê-lo nem que seja de novo, é um filme interessante em diversos aspectos. Quatro estrelas! Abaixo a famosa trilha sonora do filme:


Trilha Sonora de Indiana Jones

Postado por Robson Filho às 12:14 AM
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Quinta-feira, Julho 03, 2008


.:: Novo trailer de Blindness ::.




Hoje, dia 03/07, foi lançando o mais novo trailer do novo filme do diretor brasileiro Fernando Meirelles (Cidade de Deus), Ensaio Sobre a Cegueira. A história do filme trata de uma epidemia de cegueira que surge sobre todos os humanos e mostra a vida degradante de quem os olhos já não mais têm função. O longa será lançado no dia 19 de setembro de 2008, com lançamento mundial. O novo trailer promete mais ainda e mostra que há muita semelhança entre o livro e o filme. Isso me deixa mais ansioso, mas com cautela.

Como não é possível, ainda, botá-lo aqui pois não há no YouTube, para que você possa visualizar o trailer CLIQUE AQUI!

Nota: Juntamente com o trailer lançado hoje, foram divulgadas mais duas fotos. Uma de Juliane Moore (Pecados Inocentes) e a outra é de Gael Garcia Bernal (O Passado).

Postado por Robson Filho às 1:48 PM
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Terça-feira, Julho 01, 2008


.:: Será o fim do cinema? ::.


Na revista Super-Interessante do mês de junho veio uma matéria que no mínimo intriga a nós, amantes do cinema, e também deixa os produtores do cinema com uma pulga atrás da orelha. A questão de que o cinema mundial está perdendo os espectadores e isso não quer dizer que as pessoas estão deixando de gostar do cinema e sim que elas estão compactuando com a pirataria seja ela no DVD ou em baixar filmes na internet. Nos EUA, que servem de termômetro pro resto mundo, esse ano as bilheterias venderam 199 milhões a menos do que 2002, e a renda só não caiu mais por causa do aumento nas bilheterias. Ultimamente, o interesse de Hollywood é vender o DVD que os faz ganhar mais que nos multiplex da vida.


O fato é que eles já não podem mais apostar tantos nos DVD’s. A pirataria cresce assustadoramente e já rege o mercado cinematográfico em muitos países. É o caso de China, México e Brasil. A revista diz que em função disso o cinema insiste em colocar continuações nos cinemas, para que as pessoas não apostem em filme que não conhecem e sim em filme que já sabem dos preliminares. Baseiam-se no que aconteceu com o mercado da música e questionam: “Você conhece alguém que não compra um CD há anos?” e isso mostra o que de fato aconteceu. Ainda há quem diga que o camelô ficará obsoleto, pois hoje com uma boa internet de banda larga os filmes são baixados de forma rápida e tem a mesma qualidade do DVD.


Segundo o pai de Star Wars, George Lucas: “As primeiras vítimas serão os filmes de orçamento alto. Eles vão acabar”, profetiza o mestre do cinema. No entanto, o que acontece é justamente o contrário. As produtoras estão injetando mais dinheiro ainda nos filme, porém diminuindo em número os filmes. “Há filmes que não estão sendo feitos por causa da pirataria. São produções mais criativas, menos convencionais, ou seja, mais arriscadas. Ninguém vai querer investir numa idéia ousada que pode não dar retorno”, diz Márcio Gonçalves diretor da latino-americana produtora MPA. O que deixa a nós, cinéfilos, preocupados é que nem sempre as mega-produções são os melhores filmes. Aqueles considerados de arte são muito bons e têm propósitos que nos deixam bem mais animados e não só tem briga, ação e correria.


A fome é tanta que foi só Homem de Ferro ter ultrapassado a renda US$ 100 milhões nas bilheterias pra eles anunciarem que haveria continuação em 2010. há ainda uma luz no fim do túnel, pois alguns filmes que não tiveram orçamentos enormes agradaram tantos quanto os outro ao público em geral, vide o caso de Juno ($ 7,5 milhões) e tembém Pequena Miss Sunshine e Meu Casamento Grego. O que achei curioso foi que eles disseram que se não tiverem cuidado a continuação pode continuar bizarra, como Juno 2, Os Simpsons Ninja, Titanic do Caribe. Como vêem em alguns cartazes expostos. O que podemos tirar disso tudo? Ficar com medo e esperar o que vai acontecer? Não sei. Também não sou um nobre defensor da campanha contra a pirataria. O fato é que ela nos agrada já que é tão barata e tem a mesma qualidade, se eu disser que não compro estarei mentindo. Mas que soluções sejam dadas e que nosso querido cinema mundial não vá por água abaixo.

Postado por Robson Filho às 5:54 PM
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Segunda-feira, Junho 30, 2008


.:: 007 - Quantum of Solace ::.


Bond, James Bond. Hoje foi lançado hoje o primeiro trailer do filme que segue após o Cassino Royale sobre o agente mais 'querido' de Hollywood, 007. Em Quantum Of Solace, James Bond vai atrás da organização cirminosa que colocou sua vida em risco. No caminho, ele, pra variar, se envolve com mais uma mulher, a encantadora Camile (Olga Kurylenko) que o ajudará a superar as conseqüências emocionais da traição de Vesper Lynd. O filme tem previsão de estréia mundial para o dia 07 de novembro do ano corrente ainda. Pra mim esse trailer tem o que é fundamental em 007, a ação. Mas acho não consigo me empolgar tanto com seus filmes como antes! Bem, vamos esperar e ver!


Postado por Robson Filho às 11:08 AM
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Sexta-feira, Junho 27, 2008


» O Casamento do Meu Melhor Amigo (My Best Friend's Wedding )

Gênero: Comédia
Diretor(es): P.J. Hogan.
Roteiristas: Ronald Bass.
Ano de Lançamento: 1997.
Elenco: Julia Roberts, Dermot Mulroney, Cameron Diaz, Rupert Everett, Philip Bosco, M. Emmet Walsh, Rachel Griffiths (1), Carrie Preston, Susan Sullivan, Chris Masterson¹, Raci Alexander, Jennifer Garrett, Kelly Sheerin, Bree Turner, Cassie Creasy.
Duração: 105 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Se eu disser que não vi os filmes clássicos de Julia Roberts (Jogos do Poder), poucos acreditam. Pois bem, esse foi o primeiro, pois não vi outros como Uma Linda Mulher, Erin Brockovich - Uma Mulher de Talento, Noiva em Fuga. Resolvi mudar um pouco essa história e encarei O Casamento do Meu Melhor Amigo. Pra mim Julia Roberts tem algo de especial na sua interpretação, o que deixa uma particularidade em cada personagem, é isso que eu gosto dela. Apesar de ela parecer ser tão chata (risos).

Julianne (Julia Roberts) é a melhor amiga de Michael (Dermot Mulroney) e este disse que estava apaixonado e ia se casar. Porém, ele estava apaixonado por Julianne durante nove anos e ela nunca quis se entregar a esse amor, que ela só percebeu está apaixonada quando soube do casamento. Daí, a personagem de Roberts começa a fazer várias coisas pra que o casamento não acontecesse e quem sabe ela pudesse, finalmente, declarar-se para seu amigo.

O que se encontra nesse filme é um roteiro diferente e original. Não vi grandes falhas que pudesse destituí-lo de ser um bom filme. Julia Roberts está ótima no filme, demonstrando graça no momento certo e outros sentimentos quando necessários forem. O que me agradou nesse filme foi o fato do final, que poderia parecer bem previsível, não é o que a gente imagina e muda completamente a vista de que o vê.

O Casamento do Meu Melhor Amigo é o filme que agrada a muitos, que sabe fazer uma pessoa se divertir. Ele me agradou bastante. A Trilha Sonora é outro fator que contribui e muito para a trama, não é à toa que foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora, excelente trabalho! Abaixo segue a música que marcou uma cena do filme, super legal:

Casamento do meu melhor amigo - I Say A Little Prayer

Postado por Robson Filho às 10:17 AM
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Terça-feira, Junho 24, 2008


.:: Ensaio Sobre a Cegueira - O Livro ::.

Hoje eu terminei de ler o que em breve será lançado como filme nos cinemas de todo o mundo. Ensaio Sobre a Cegueira é um livro escrito pelo vencedor do Nobel de Literatura José Saramago. A história se trata de um cara que cega no meio do trânsito e com o passar do tempo mal sabe ele que está “infectando” outros que chegam perto com o mal de cegueira branca, ao contrário da habitual, escura. A princípio colocados em quarentena pelo governo, começa a deplorável imagem humana, já que muitos são “presos” em um manicômio abandonado e também ficam abandonados a própria sorte.

O livro de Saramago tem algumas peculiaridades que diferenciam completamente dos livros convencionais. Primeiro, ele foge à regra quando o quesito é o diálogo. Em sua obra, o travessão e a interrogação não existem, além do que os parágrafos são bem mais inconstantes do que no método tradicional, fazendo com que não seja um livro comum e que quem lê não se habitua logo de cara. Outro fator que é intrigante no livro do português é justamente o fato das pessoas não serem denominadas, e sim caracterizadas. Ele trata os personagens como: A mulher do médico, o primeiro cego, a rapariga dos óculos escuros e por aí vai. A meu ver isso dá uma característica universal à obra, fazendo com que qualquer um possa colocar-se no lugar dos personagens.

O mesmo ainda consegue ser feito com os locais em que eles vivem, não há nome de país e não há nome de cidade. E não é porque os personagens não tivessem nomes, e sim porque eles acreditam que a cegueira não faz necessária a identidade, que o papel já não faz tanto sentido. É uma obra que veremos a degradação do ser humano, e o quão importante é um par de olhos pra quem necessita, e que mais importante ainda é enxergar e não somente, ver!

O que espero do filme é uma boa adaptação. Acredito na grande capacidade do nosso querido diretor tupiniquim Fernando Meirelles (O Jardineiro Fiel). Acho que com a boa narrativa que o livro nos oferece, com o filme não será diferente. Há pontos em que merecem ser suscitados até para a mensagem do filme e há pontos que podem ser esquecidos. Depois do livro a minha ansiedade é maior ainda, mas guardarei as devidas proporções, nenhuma adaptação que li me agradou, ainda! Abaixo segue dois vídeos: O trailer de Ensaio Sobre a Cegueira e o vídeo de José Saramago expressando o que achou ao ver o filme.





Postado por Robson Filho às 6:10 PM
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Segunda-feira, Junho 23, 2008


.:: Kate Winslet ::.




Pode até parecer estranho mas essa que aparece aí em cima é a eterna Rose de Titanic. Sendo que um pouco mais velha e não é montagem de computador nem falta de maquiagem (fruto do dia-a-dia) não, é justamente o contrário: a excelência da maquiagem de Hollywood. Kate Winslet que na verdade tem 32 anos, está na produção do filme de Stephen Daldry, que já dirigiu As Horas e Billy Elliot, chamado "The Reader", interpretando Hanna Schmitz uma ex-vigilante de Auschwitz que embarca num intempestivo relacionamento com um jovem.

Ao que tudo indica é provável que esse filme seja lançado no dia 12 de dezembro, pelo menos nos EUA. O que promete possível indicação ao Oscar, podemos, portanto, imaginar que Melhor Maquiagem esteja no meio, né? É esperar e conferir.

Postado por Robson Filho às 5:42 PM
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Quinta-feira, Junho 19, 2008


» O Incrível Hulk (The Incredible Hulk )

Gênero: Aventura
Diretor(es): Louis Leterrier.
Roteiristas: Edward Norton e Zak Penn, baseado em personagens criados por Stan Lee e Jack Kirby .
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco: Edward Norton , Liv Tyler, Tim Roth, William Hurt, Greg Bryk, Ty Burrell, Christina Cabot, Robert Downey Jr., Lou Ferrigno, Jay Hunter, Stan Lee, Peter Mensah, Tim Blake Nelson, Chris Owens, Dylan Taylor.
Duração: 114 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Acho que como muitos sabem através de outros posts, eu nunca fui fã da Marvel no sentido literal, aquele de comprar revistinhas e mais revistinhas e lê incansavelmente sobre todos os heróis. E é disso que me faz completamente leigo sobre a conduta de tantos personagens heróicos. Fui a Homem-Aranha sem saber como ele se transformava, e o mesmo aconteceu com Homem de Ferro, além de Batman. Talvez isso faça com que eu aprecie muito os filmes que mostram os detalhes das possíveis transformações e descobrimentos dos poderes. Com Hulk não foi diferente, pois mesmo assistindo a versão de Ang Lee, achei-a tão ruim que não fiz questão de gravar os detalhes. Então fui ver um novo Hulk, sem compromissos.

O cientista Bruce Banner (Edward Norton - O Ilusionista) após alguns estudos resolveu se sujeitar a própria criação, na frente de sua namorada Betty Ross (Liv Tyler – Reine Sobre Mim) submetendo-se a radiações gama que reagiram com seu sangue transformando-o numa criatura grande e verde, o Hulk. De quebra ainda tem que fugir do general Ross (William Hurt – Na Natureza Selvagem) que quer pega-lo pra estudo e posterior criação de super-soldados americanos. O filme começa tendo como locação o Brasil, mais especificamente a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Um branquelo americano, que nada fala de português resolve se esconder nessa favela para não se encontrado pelo exército americano, o próprio Bruce.

Fico me perguntando por que quando Hollywood resolve colocar o Brasil no meio dos seus filmes sempre só mostra a parte pobre do nosso imenso Brasil baronil. Com tantos lugares bonitos, inclusive para se esconder, porque justamente a favela? Isso não se mostra diferente quando demonstram a corrida incansável do Bruce contra o exército americano, por outros países, também subdesenvolvidos, por assim dizer. No entanto, isso é o de menos. Encontramos um roteiro que prima pela ação, em diversos momentos, ação essa que deixa claro a vontade da maioria que foi ver o filme. Ninguém quer ver crises entre pai e filho e etc. quando o assunto é um super-herói e que foi o que acontecer com o filme de Ang Lee.

Liv Tyler não me convenceu bem nesse filme, acho que foi superficial, principalmente no papel de uma respeitável professora universitária. Willian Hurt mostra-se um severo general que não deixa desejar e torna-se convincente, sim. Tim Roth (Território Virgem) deu verossimilhança em um vilão que mostra certo interesse desde o início de ser tão poderoso ou mais que o Hulk. Edward Norton não decepciona, ele soube destinar muito bem o seu papel, fazendo com que houvesse uma maior relação público-sofrimento do personagem, ele apimentou o Hulk. A trilha sonora está excelente e super bem colocada e um fato que achei importante comentar: o humor foi super bem colocado no filme, apesar de ser em poucas doses, nada como Homem de Ferro.

Nota:Vale a pena dá uma conferida sobre o mesmo filme nos seguintes blogs: Cinéfila por Natureza, Cinéfilos e Hollywoodiano. Três excelentes textos!

Postado por Robson Filho às 11:21 AM
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Quarta-feira, Junho 18, 2008


.:: Batman - O Cavaleiro das Trevas ::.


Não vou mentir. Acho que esse é um dos filmes que mais espero com ansiedade no ano de 2008. Tem outros que valem a pena ser mencionados como Ensaio Sobre a Cegueira mas acho que desse gênero, é Batman na cabeça. Os trailers são de arrepiar literalmente, fico excitado com essas amostras do que pode vir por aí. Lançaram agora o terceiro trailer sobre o filme e quem mais me deixa curioso é Heath Ledger, que acredito que talvez seja uma das suas melhores atuações. Ainda há quem diga que ele estava depressivo justamente pelo fardo que seu personagem carregava, pelo seu lado sombrio. Ansioso até demais!


Postado por Robson Filho às 11:04 AM
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Segunda-feira, Junho 16, 2008


» Fim dos Tempos (The Happening)
e ½
Gênero: Drama
Diretor(es): M. Night Shyamalan
Roteiristas: M. Night Shyamalan.
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco: Mark Wahlberg , Zooey Deschanel, John Leguizamo, Spencer Breslin, Betty Buckley, Victoria Clark, Jeremy Strong , Tony Devon, Frank Collison, Stéphane Debac, Ashlyn Sanchez, Robert Bailey Jr., Susan Moses.
Duração: 90 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Não é de hoje que tenho uma grande admiração pelo trabalho de M. Night Shyamalan por filmes como O Sexto Sentido e A Vila. Acho que ele soube conduzir nesses filmes (detalhe: ainda não vi os outros) um roteiro bem enxuto e que sempre surpreende no final, o que pra mim era sua especialidade. Esperava algo semelhante no dia da estréia mundial (Sexta-feira 13), a minha ansiedade pra ver o mais novo trabalho desse diretor amado e odiado falava bem alto. No entanto, acabei me decepcionando, não era o que eu esperava.

A história do filme se baseia na teoria de que a natureza se voltou contra o homem e por isso estavam sendo liberadas toxinas que ativavam o cérebro dos seres humanos para se auto-destruirem, ou seja, se suicidarem. A história gira em torno de do professor Elliot Moore (Mark WahlbergOs Infiltrados) que juntamente com sua mulher Alma (Zooey Deschanel - O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford) e a filha de um colega que foi vítima da tal toxina, Jess (Ashlyn Sanchez – Crash – No Limite).

O resultado não foi o que eu esperava. Primeiro o filme já começa com a cena do Central Park e as pessoas começam a se matar sem mais nem menos. O que faltou foi uma introdução mais detalhada daquilo, pra que nós pudéssemos ficar a par sem que se tornasse previsível. A fuga ao inimigo invisível é algo que também deixa a desejar. Agora o que se tornou pior foi o sentimentalismo bobo que foi usado durante a trama entre os personagens de Wahlberg e Deschanel, diálogos bestas de duas pessoas completamente imaturas para o casamento.

Ainda falando dos dois, não posso em momento algum elogiar o trabalho deles. Wahlberg é um bom ator, mas seu trabalho nesse filme foi fraquíssimo, sua superficialidade chegava a ser irritante e de Deschanel então, nem se fala. A trilha sonora foi o que ainda ajudou um pouco, em alguns aspectos. Em outros nem tanto, já que a perspectiva do filme era o susto a qualquer custo, o que enfraqueceu mais. Acho que o tema do filme é fantástico e poderia nos dá uma mensagem, e poderia ter sido abordada de forma melhor e até mais intensa. Mas não vou sacrificar Shyamalan, acho que todo diretor tem momentos de glória e outros nem tão bons.

Postado por Robson Filho às 10:53 AM
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Sábado, Junho 14, 2008


» Paranoid Park (Paranoid Park)

Gênero: Drama
Diretor(es): Gus Van Sant
Roteiristas: Gus Van Sant, baseado em livro de Blake Nelson.
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco:Gabe Nevins, Daniel Liu, Taylor Momsen, Jake Miller, Lauren McKinney, Winfield Jackson, Joe Schweitzer, Grace Carter, Scott Patrick Green, John Michael Burrowes, Jay 'Smay' Williamson, Dillon Hines, Emma Nevins, Brad Peterson, Emily Galash.
Duração: 90 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

"Estou fazendo a maior bagunça. Mas fique tranqüilo, pois irei contar tudo.” É isso que me veio à cabeça ao terminar de ver a este filme, e também é uma das frases do personagem Alex, que é o principal da trama que pensar sobre o filme pra chegar à conclusão que seu propósito é interessante. Ele, com certeza, não é daqueles filmes que agradam a todos os gosto e, principalmente aqueles que procuram mais diversão do que outra coisa no cinema. Pra mim, ele se classifica como independente e isso o ajuda, de qualquer forma.

Alex (Gabe Nevins) é um garoto que adora andar de skate e tem uma amizade com Jarred (Jake Miller – Mar de Fogo) e ambos decidem ir ao ‘famoso’ Paranoid Park, um espaço destinado aos skatistas, mas que fica em um lugar bastante perigoso. Alex, após conhecer novas pessoas, acaba indo pegar uma ‘carona’ no trem e lá acontece algo que ele não queria. Porém não encontraremos um desespero de adolescente exatamente neste momento, porque o filme não segue a linearidade comum de outro qualquer.

Todo mundo já foi adolescente e sabe que às vezes a cabeça da gente nem sempre fica das melhores, os pequenos problemas tornam-se gigantes e por aí vai. Pelo que pude sentir, a idéia desse filme é justamente mostrar a confusão de um adolescente, ainda mais quando acontece algo inesperado em sua vida. Pegamos então carona, numa não-linearidade que em momento algum perturba o espectador. A idéia de colocar atores que não são profissionais é outro fator inovador de Gus Van Sant (Elefante), que faz com que a simplicidade reine sobre o longa, desde as atuações ao seu orçamento. Confesso que de todos os seus filmes, o único que tive oportunidade de ver foi o excelente Gênio Indomável, mas vejo pelas críticas de colegas blogueiros, que ele mudou um pouco sua idéia e faz filmes mais alternativos, porém bons.

Encontramos ainda uma trilha sonora que foge completamente à regra. Ela retrata o que muitas vezes faltam palavras para que os personagens possam dizer. E é disso que faz uma miscelânea de rock pesado, com músicas clássicas ou até mesmo voz e violão. Vê-se, portanto, que Paranoid Park pode não agradar a todos mas que mostra de maneira interessante as confusões e decisões que um jovem adolescente é obrigado a tomar na vida e também o que certas influências são ‘capazes’ de fazer.

Postado por Robson Filho às 7:55 AM
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Quinta-feira, Junho 12, 2008


.:: Smurfs- o Filme ::.


Muitos de nós, quando crianças, tivemos a oportunidade de assistir aos famosos desenhos daquelas criaturinhas azuis, com chapéus brancos e pequenas caldas. Pois bem, agora os amantes do cinema irão pode desfrutar desse desenho nos cinemas daqui a aproximadamente três anos. A detentora dos direitos do desenho, a Sony Corp, fechou contrato com a Columbia Pictures nesta terça-feira (10/06) para a realização do filme. A empresa está em contato com em contato David Stem e David Weiss para que eles possam realizar esse projeto, escrevendo um roteiro pra o filme, já que fizeram sucesso com a trilogia de Shrek.

Os Smurfs são pequenos indivíduos que formam mais de cem, na maioria do sexo masculino. Usam características para se denominarem, o que os torna universais e se consagraram nos anos 80 no mundo pela empresa de desenhos animados Hanna-Barbera. Ainda não há data prevista para a produção nem para o lançamento do filme, mas um porta-voz da Columbia disse: "Estamos comprometidos com o projeto e esperamos começá-lo o mais rápido possível". Eu, sinceramente, gostaria muito de ver esse projeto realizado, iria me remeter a uma época em que os desenhos não eram só lutas com bichinhos que tinham super poderes e seus derivados. Abaixo vai um pequeno vídeo para aqueles que não lembram deles ou que simplesmente não os conhece.



Postado por Robson Filho às 3:16 PM
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Quarta-feira, Junho 11, 2008


» O Plano Perfeito (Inside Man)

Gênero: Suspense
Diretor(es): Spike Lee
Roteiristas: Russell Gewirtz.
Ano de Lançamento: 2006.
Elenco:Denzel Washington, Clive Owen, Jodie Foster, Christopher Plummer, Willem Dafoe, Chiwetel Ejiofor, Carlos Andrés Gómez, Kim Director, James Ransone, Bernard Rachelle, Peter Gerety, Victor Colicchio, Cassandra Freeman, Peter Frechette, Gerry Vichi.
Duração: 129 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Há alguns dias eu terminei de ler o livro Se Houver Amanhã de Sidney Sheldon. Ele trata de uma mulher que foi enganada por um mafioso e por isso foi parar na cadeia, após sua saída ela especializa-se em dar golpes não só em quem te botou na cadeia como em outras pessoas que ficaram ricas à custa de dinheiro sujo. Porém, ela é meticulosa e inteligente e aplica seus planos sob diversos disfarces, sempre burlando a Interpol. Você deve ta se perguntando, o que isso tem a ver com o filme? Eu quero dizer uma coisa somente, os golpes eram brilhantemente arquitetados e cada vez deixava quem lia bobo. Achei que iria encontrar o mesmo no filme atípico de Spike Lee (Shark), um plano bem feito e que quando levantasse suspeita da polícia tudo já teria acontecido. Enganei-me.

Dalton Russell (Clive OwenElizabeth: A Era de Ouro) juntamente com mais três ‘comparsas’, entra em um banco vestido de pintor e começa um perfeito plano pra assaltar um banco e pra minha surpresa acabam por chamar a atenção da polícia logo em seguida. Entra em ação Keith Frazier (Denzel Washington - Deja Vu) que é detetive que assume o caso já que o investigador principal está de férias, ele enxerga nisso a chance de sua promoção. Ainda há Madeline White (Jodie FosterPlano de Vôo) uma mulher misteriosa e poderosa que entra no jogo em ‘prol’ do dono do banco e que guarda um grande segredo pessoal no prédio em questão.

Daí surge as cenas clássicas a assaltos a banco, a polícia cercando o local, o joguinho entre o contato de policiais e bandidos. Não devo negar que o plano era bem engenhoso e necessitaria de muita inteligência. Vestir todos os reféns de maneira semelhante aos bandidos, fazendo todos tornarem-se suspeitos do roubo. Mas o propósito foi besta e que no fim das contas não me impressionou tanto quanto eu esperava. Vi um Denzel caricato, encarnado num papel que necessitava mais seriedade e, no entanto ele não o fez. Porém tiro o chapéu pra Owen que soube transmitir frieza e inteligência mesmo em 80% do filme com uma máscara de bandido.

Acredito que Foster poderia ter se saído melhor, mas não foi ruim. Achei que o roteiro foi falho sim, pois não se sabe muito sobre o personagem de Foster, o que seria pelo menos admissível se tivesse uma continuação, algo que não aconteceu. Ao contrário de muitos não me renderei a Lee que, pra mim, fez um filme fraco e que acredito ter superestimado. Porém, perdoem-me se acham que estou errado, posso está ainda no clima de Se Houver Amanhã.

Postado por Robson Filho às 9:17 PM
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Terça-feira, Junho 10, 2008


»Perfume de Mulher (Scent of a Woman)

Gênero: Drama
Diretor(es): Martin Brest
Roteiristas: Bo Goldman, baseado em roteiro do filme "Perfume de mulher" (1974), escrito por Giovanni Arpino.
Ano de Lançamento: 1992.
Elenco:Al Pacino, Chris O'Donnell, James Rebhorn, Gabrielle Anwar, Philip S. Hoffman, Richard Venture, Bradley Whitford, Rochelle Oliver, Margaret Eginton, Tom Riis Farrell, Nicholas Sadler, Todd Louiso, Matt Smith , Gene Canfield, Frances Conroy.
Duração: 156 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

''Profumo di Dona'' foi o primeiro filme que retratou a vida do Tenente-coronel Frank Slade, um roteiro que foi adaptado do romance ''Il Buio e il Miele'', de Giovanni Arpino. Esse primeiro filme, rodado em 1974, teve a frente do roteiro e da direção o recém falecido Dino Risi, sendo este indicado ao Oscar e tudo o mais. Sabe-se que a versão americana do filme italiano não seguiu a risca o primeiro filme, e tudo com o auxílio do próprio Dino que também foi roteirista no remake.

Em Perfume de Mulher, Frank Slade (Al Pacino88 Minutos) é um tenente-coronel, reformado do exército dos EUA, cego. Precisando de um acompanhante para uma viagem que pretende fazer a Nova York, ele contrata Charlie Simms (Chris O'DonnellA Companhia) que passa a ter experiências com um cego que não era tão querido pela sua família e que já não “via” mais tanto sentido na vida, pretendendo após o fim de seus objetivos, dar cabo da própria vida. Aí está um filme em que talvez a história nem sempre possa ser das mais interessantes e chamativas, mas o que está nas entrelinhas basta, sendo fundamental a quem assiste.

Temos um roteiro que consegue mostrar e guiar o espectador as angústias do personagem principal ao mesmo tempo em que mostra as angústias do secundário, Charlie. Al Pacino está simplesmente brilhante no papel do cego ‘arrogante’, mas que aprende bastante com uma pessoa tão simples quanto seu acompanhante. E por isso mereceu sem sombra de dúvidas o Oscar em 1993 de Melhor Ator, na época concorreu com grandes nomes como Clint Eastwood, Robert Downey Jr. e Denzel Washington, mas conseguiu levar a estatueta tão desejada. Em contrapartida há Chris O’Donnell, um jovem ator um tanto quanto inseguro de seu papel, mas que, no mínimo, consegue fazer sua parte na trama. Ainda temos Philip Seymour Hoffman (Capote) que já mostra grande talento para os cinemas em um de seus primeiros filmes.

Esse filme têm cenas que se tornam inesquecíveis a quem assiste assim como tornou-se inesquecível ao cinema como um todo. A famosa cena em que o personagem de Al Pacino dança tango com Donna (Gabrielle Anwar – Rapto de Sangue) é memorável, haja vista a forma como se desenvolvem no decorrer da dança. Outra cena que é interessante é a que eles pegam um Ferrari novinho e Charlie permite que Frank o dirija, esse correndo em alta velocidade pelas ruas de Nova York. Martin Brest (Contato de Risco) faz um bom trabalho e que, sem dúvida, será lembrado como um clássico do cinema. Abaixo vai a música da famosa cena de dança.



Perfume de Mulher - Por una Cabeza

Postado por Robson Filho às 10:35 AM
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